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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Tanta coisa Gabriele DIOLA


Seu pé passou por meu caminho, sempretentando me derrubar. O que você não sabe é que sou mais que uma moldura, mais que santa, mais do que merece.
No fim tudo, sempre dá certo. Suas palavras de cegueiras, que de fato, sempre me guiaram pela claridão, me atingiram pela ultima vez e nunca mais vou retornar a esse ponto. Ponto de esquecer, ponto de perdoar.
Vou me despedir de toda ilusão gerada por você e amamentada por mim.
Quero dizer tantas coisas...
Quero te dizer o quanto você me fazia feliz.
Quero te mostrar, em meus olhos, como era ser sua mulher.
Vou adocicar minha voz para citar nossas lembranças.
Vou verbalizar o que não se põe em palavras.
Vou falar tanto, que por fim, nada que uma cusparada, por todos  esses momentos mais cínicos e metáforos, sare minha angústia.
Não é o que sinto, é o que senti.
Agora chega! Tira essa sua bunda daqui!


Vou dizer pra você o quanto você me fazia feliz. Vou te contar olhando nos teus olhos como era ser sua mulher. Vou te falar com a voz mais doce do mundo toda as lembranças que tenho de nós dois. Vou discorrer sobre os nossos desencontros e acasos. Vou verbalizar o que não se põe em palavras. Vou tanto dizer, vou tanto falar que, por fim, nada direi.